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31 agosto 2011

Como cuidar de um pesadelo

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Novas Exposições

No Sesc Pompéia


17º FESTIVAL INTERNACIONAL DE ARTE CONTEMPORÂNEA SESC_VIDEOBRASIL 0

Exposições, performances, seminário, aulas abertas, oficinas e ação educativa compõem a programação do evento que este ano amplia seu foco de investigação, apresentando a produção artística contemporânea do Sul geopolítico do mundo e a obra do artista Olafur Eliasson. Realização SESC e Associação Cultural Videobrasil.


Olafur Eliasson – Seu Corpo da Obra


01/10 a 29/01.
Terça a sábado, das 9h30 às 21h. Domingo e feriado, das 9h30 às 20h.
 
 
Em sua primeira mostra individual na América Latina, o artista dinamarco-islandês Olafur Eliasson apresenta 10 obras site-specifics, que foram desenvolvidas pelo artista em resposta aos estímulos provocados pela cidade de São Paulo. São trabalhos que convidam o público a experimentar a percepção de cor, orientação espacial e outras formas de envolvimento com a realidade. Instalações no SESC Pompeia, Belenzinho e Pinacoteca do Estado. Realização SESC e Associação Cultural Videobrasil. No SESC Pompeia, antiga fábrica de tambores transformada em espaço cultural nos anos 1980, as concepções de Eliasson encontram os espaços generosos projetados pela arquiteta ítalo-brasileira Lina Bo Bardi para a convivência e a fruição da população do entorno. No desenho da exposição, que se estende por galerias e áreas externas, as obras dialogam com as diversas finalidades do espaço – reflexão, aprendizagem, lazer, espetáculo. Um conjunto de obras que envolvem cor, luz e fumaça transforma a área de convivência, com 1.500 metros quadrados, em um labirinto de experiências sensoriais. Na área expositiva contígua, configurada como uma sala de cinema, Eliasson experimenta com o conceito de after image – a contraimagem que permanece na retina exposta à luz – e com imagens de São Paulo, em uma obra criada em colaboração com o cineasta brasileiro Karim Aïnouz.


 Livre para todos os públicos
 
Grátis

IRMÃOS – O XINGU DOS VILLAS BÔAS 0


A exposição IRMÃOS – o Xingu dos Villas-Bôas apresenta instalações cenográficas, objetos da coleção dos Villas Bôas, filmes sobre o Xingu, debates e encontros, que compõem um panorama de olhares, relatos e experiências sobre temas afins ao universo indígena.

Exposição que recria as experiências vividas pelos irmãos Villas Bôas, importantes sertanistas brasileiros, no Parque Indígena do Xingu. O projeto é uma inciativa da O2 Filmes e da Magnetoscópio, realizado pelo SESC SP. A criação do Parque Indígena do Xingu (que completa 50 anos em 2011) foi o reconhecimento de uma longa luta pela proteção dos povos da região, uma batalha pessoal encampada pelos quatro irmãos que a ela dedicaram suas vidas: Orlando, Cláudio e Leonardo Villas Bôas, e o “irmão de campanha” Noel Nutels (médico que dedicou-se por mais de uma década ao Xingu). A atuação dos irmãos Villas Bôas trouxe o conhecimento do cotidiano nas aldeias indígenas e rendeu grandes contribuições à antropologia brasileira. A exposição se divide em diferentes módulos: “os irmãos”, dedicado aos Villas Bôas e a Noel Nutels; “a aventura”, mostra o aspecto desbravador dos irmãos Villas Bôas; “o território”, apresenta as dezesseis etnias que ocupam o parque e “a política”, que aborda a política indigenista defendida pelos irmãos. A exposição conta com uma equipe de educadores para realizar visitas mediadas e o agendamento de grupos pode ser feito pelo telefone 3871-7700, de terça a sexta-feira, das 13h às 18h, ou pelo e-mail agendamento@pompeia.sescsp.org.br


 Livre para todos os públicos





Mostra de vídeos e bate-papo - Cineastas indígenas

SESC Pompeia
 
 
Dia(s) 01/09
Quinta, às 20h.
Mostra de vídeos produzidos por coletivos de cinema dos povos Kisêdje e Kuikuro, moradores do Parque Indígena do Xingu. Entre a apresentação de sua cultura para o mundo e a representação ficcional dos seus mitos, estes coletivos têm uma produção crescente, participando de festivais importantes como Gramado e Brasília. Após a mostra, jovens cineastas destas comunidades e a Associação Vídeo nas Aldeias comentam as produções e conversam com o público sobre o processo de formação dos cineastas e a produção destes coletivos. Grátis. Retirada de ingresso uma hora antes na Bilheteria.


 Livre para todos os públicos
 
Grátis[inteira]

28 agosto 2011

Uma pequena homenagem

Como é bom estar rodeada por pessoas especiais! E não são muitas, normalmente quem é super popular é também super solitário. Eu tenho poucos amigos, mas esses poucos são muitos e tenho o privilégio e amar e estar amando. Infelizmente não são todas as pessoas que possuem essas oportunidades.

Então esse post são para essas pessoas especiais e escrevo aqui com uma super sinceridade: obrigado por fazerem parte da minha vida e Denis e Lá, obrigado pela força!


Ontem foi aniversário do Denis e comemoramos com grande estilo. Também nesse dia fui prestigiar o Fê tocar no Ceu. E essa homenagem também é à você, que toca muito e é super especial para mim. Infelizmente não pude assisti ao grupo Sem Limites pela manhã, mas só de ouvir o áudio tenho a certeza que foram ótimos.

Como vocês o vídeo da apresentação do Fernando Herrmann no piano tocando Chopin, e da aluna Débora, da 8 Série dançando um solo de ballet. Ele não tá muito bom, porque me perdia no enquadramento!

E não vejo a hora de repetirmos a parceria no Valeu Professor - amigos vou adorar vê-los do dia.

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Toquinho no CEU Perus


Sexta passada fui ao show do Toquinho no CEU Perus, em comemoração dos 8 anos do CEU. Que show! Foi muito mais do que eu esperava.

Quem não conhece o Toquinho? Quem nasceu em 70 ou 80 lembra das suas músicas infantis, das suas parcerias com Tom, João Gilberto, Chico Buarque, Vinícius... não tem como não recordar da Arca de Noé, um programa musical infantil apresentado pela Globo...

muitas coisas mudaram, a Globo pode ser o que for, mas quando eu era criança assistia Arca de Noé, e as crianças de hoje? Tv Globinho? Meu Deus!! Pelo menos temos a Palavra Cantada na Cultura.

Não há como não ter esse saudosismo quando escutamos Toquinho. Ouvimos muita bossa nova, o melhor da MPB e muito violão clássico.

Quando o cara é bom: é bom! Faz um super show só com violão e voz... e como toca violão!

Só para vocês apreciarem um pouco do que foi, vou colocar alguns vídeos!!

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Educativo - SPCD na Bienal SESC de Dança

A São Paulo Companhia de Dança participa da Bienal SESC de Dança promovida pelo SESC Santos, nos dias 30, 31 de agosto e 1º de setembro, com um Ciclo de Palestras - Bastidores da Dança – ministrado por Inês Bogéa, diretora da SPCD.

Programe-se para estar com a gente:

Dia 30 de agosto| Caixa Preta | 19h

Dia 31 de agosto | Uma Roupa Que Dança | 19h

Dia 1º de setembro | Vida de Bailarino | 19h

As inscrições são gratuitas e devem ser feitas na Central de Atendimento do SESC Santos (Rua Conselheiro Ribas, 136 – Santos) ou pelo telefone (13) 3278-9800.

Esperamos vocês!


22 agosto 2011

Yoga pela Paz



Um post escrito ouvindo muito Krishna Das

Que domingo!

Não sei como tive forças para levantar às 7h30 da manhã e sair de Caieiras no frio que estava ontem para participar do Yoga pela Paz - só pela força interior! Precisava ir, fui pela minha intenção, e depois entendi que realmente precisava estar presente.

Quem me conhece sabe que tenho esse lado bem zen, tranquilo e espiritualista. E o yoga para mim vai muito além dos movimentos corporais, é uma filosofia e me faz transcender todo o mal que existe no mundo hoje.

Estou com um problema pessoal, portanto, precisava me equilibrar, me doar e ser influenciada por energia positiva. Me emocionei, fiquei em paz, me diverti e ainda encontrei uma colega fofa - isso não foi um acaso.

A chuva não atrapalhou em nada, o frio um pouco, mas depois da prática e da meditação, todos estavam na mesma sintonia e estávamos vibrando pela paz - paz interior.

Yoga = União - quer paz? Tenha ela em seu coração, mudando você tudo muda ao seu redor!

A Maitê que chegou só depois (minha colega), disse que quando chegou se emocionou e arrepiou pela energia do lugar, e eu que estava lá já estava nessa energia, me emocionava pelos mantras e pelas palavras na meditação.

Foi super importante, porque tomei muitas decisões pra minha vida e mais... fiquei em paz e com certeza aquele meu probleminha já está resolvido!

Quando mudamos = tudo muda!

Namastê galera!

Quem conhece Mariko Mori?





Sábado passado, dia 20 de agosto, tive a oportunidade de participar de uma vernisage, no Centro Cultural Banco do Brasil, na exposição da Mariko Mori.

Fiquei impressionada com a palestra e com a arte dessa artista: é fantástico! Além de super criativa, inovadora, ousada, é sustentável! E a proposta é maravilhosa: fazer o ser humano voltar-se para o seu interior e para a natureza, porque sem ela não podemos viver.

Show de bola. Fiquei pensando como o Japão deve estar anos luz à nossa frente em tecnologia, arte, moda, pesquisa... não é preciso ir nessa exposição para tirar essas conclusões, é obvio!




Mas ela é uma artista que nos faz pensar, se divertir e interagir com suas obras. Quase todas precisam da gente para existir. Ela também faz intervenções públicas na natureza, como também performances. A partir das ondas cerebrais é possível mudar desenhos, formas e cores... a partir do calor da nossa mão é possível acender luzes e sentir o coração de um simpático ET, mas só quando todos colocarem a mão nos ETs - a união faz a arte!

Adorei... só não podemos entrar na nave, então terei que voltar só para entrar nela! E voltarei!





Meu óculos Absurda

Não estávamos bonitinhos? Cada um com sua arte nos nossos "papers sunglasses"

IMITABICHOS - um livro construtivista infantil

Gente olha só que legal esse lançamento: IMITABICHOS - é um livro infantil russo com o projeto gráfico baseado no construtivismo.

Só posso dizer que é show! Mesmo sendo um livro infantil, quero comprá-lo, por ser uma apaixonada por essa época. Com certeza será um ótimo banco de dados para nós designers.

Sinopse:

O que dizer de um livro infantil construtivista russo nunca publicado no próprio país, cujas ilustrações foram feitas por Aleksandr Ródtchenko? O poeta e dramaturgo Serguéi Tretiakóv, ao observar seus filhos brincarem de imitar bichos, escreveu nove divertidos poemas. Cada um ensina o leitor a recriar um animal a partir de objetos facilmente encontrados em casa. Para ser uma foca, por exemplo, basta se enrolar num lençol e “nadar sem medo no chão”. O amigo Aleksandr Ródtchenko e sua esposa construíram maquetes de papel dos bichos e das crianças, a partir de moldes geométricos. Colocando-as sobre uma mesa, e aplicando luz, elas ganham movimento através de um jogo de espelhos e sombra. Temos, assim, um verdadeiro circo de papel em fotos revolucionárias ao longo das páginas, que torna Imitabichos um livro-espetáculo em todos os sentidos – além de uma grande brincadeira.

Bilíngue, a edição traz ao leitor brasileiro este material inédito – algumas fotos constavam na recente exposição em homenagem ao fotógrafo na Pinacoteca do Estado de São Paulo –, conta com a certeira tradução de Rubens Figueiredo, texto exclusivo do dramaturgo Jean-Pierre Ryngaert e inclui um encarte com moldes e instruções para montar figuras de papel.




17 agosto 2011

Grafite de Brasileiros sofre vandalismo na Grécia

Hoje conversando com um professor, soube desse caso: de um artista plástico brasileiro, contratado por um grego onde viu sua obra ser pichada por religiosos radicais.

Vocês acreditam? E ainda falam que os brasileiros são mal educados. Fiquei bem intrigada e decidir ver a matéria na íntegra.

O arista é o Eduardo Kobra e o painel é esse:



Vejam a matéria inteira, que saiu na Folha.com:

"Compreendi a intenção, mesmo sem entender a língua. Se eu pudesse, teria tentado apaziguar."


Enquanto pintava um painel de 35 metros de largura por seis de altura em um muro de Atenas, Grécia, o artista plástico paulistano Eduardo Kobra, 35, era interrompido frequentemente.

Homens vestidos todos de preto ou de branco, de uma religião que ele não soube identificar, gritavam coisas em grego e faziam gestos com as mãos mostrando sua contrariedade com as primeiras cenas da obra "Evolução Desumana: primatas em evolução", em referência a Charles Darwin.

Ele prosseguiu com o trabalho, iniciado há 17 dias e quase no fim, quando, na última quarta (10), o que parecia ser o líder desses homens, um idoso com um chapéu, longa barba, anéis e um crucifixo grande no pescoço, se aproximou de forma mais agressiva, colocou o dedo em sua cara, apontou para os macacos soltando palavras incompreensíveis e, sem conseguir uma resposta, deu as costas e foi embora.

"Compreendi a intenção, mesmo sem entender a língua. Se eu pudesse, teria tentado apaziguar."

No dia seguinte, os macacos desenhados na obra amanheceram rabiscados em tinta branca. Moradores descreveram o tal homem barbudo e disseram que foi ele, em pessoa, que passou a madrugada danificando o trabalho de Kobra.


"Fiquei puto. Não é nada fácil sair do Brasil, vir para Atenas, trabalhar o dia todo, das 9h às 20h, com sol de 40 graus, e ver um trabalho muito difícil pichado."

Kobra fazia essa pintura a convite de um estudioso das artes de rua grego, Kiriakos Iosifidis, que pagou a viagem, hospedagem, alimentação e um cachê, além de ter conseguido autorização especial da prefeitura para pintar em um muro público, já que o grafite é proibido lá.

Ele disse que foi avisado que na região, próxima ao metrô Pefkakia, norte da cidade, havia seitas religiosas fanáticas. "Acharam uma afronta, mas nem tinha passado pela minha cabeça. A obra não tem nenhum apelo religioso, até porque eu creio em Deus."

Sua intenção, diz Kobra, era mostrar que os homens estão evoluindo para o mal, ficando mais intolerantes.

Ele ainda não sabe se vai retocar o estrago ou se, ao fazer isso, corre o risco de todo o resto também ser destruído. A polícia foi procurada e uma carta será entregue aos dois templos da região.

"Estamos pintando com medo. Corre o risco de vir um louco pra cima da gente. Você nunca sabe a reação das pessoas."

Ele trabalha com ajuda do também artista plástico Agnaldo Britto Pereira e, se forem refazer o pedaço destruído, calcula que atrase uma semana --a ideia original era terminar tudo até quarta-feira (17).

Esse é o sétimo painel que ele pinta para o projeto Greenpincel, sobre as agressões do homem à natureza. Recentemente, um desses trabalhos ficou pronto na avenida Rebouças, com a imagem de chaminés soltando muita fumaça. Da Grécia, ele vai para a Holanda e os Estados Unidos, para desenvolver trabalhos em 3D, sua especialidade.

Em São Paulo, sua obra mais conhecida é o mural de 1.000 m2 na avenida 23 de Maio, feito em 2009 no aniversário da cidade.

O professor e o sonho

O professor e o sonho
Moaci Carneiro

Eu quero ser professor
De um saber todo sabor
De lições em desamor.

Eu quero ser professor
De uma escola que é arremesso
Pois cada dia é um começo.

Eu quero ser professor
Com asas de autoestima
Com lições de muitas rimas
Pois a vida reprimida
Parece, mas não é vida.

Eu quero ser professor
De rotas de autonomia
Cada um em sua via.

Eu quero ser professor
Que una o criativo
O singular e o coletivo.

Eu quero ser professor
Pra ensinar com ternura
Pois aula não é tortura.

Eu quero ser professor
Que acolhe com prazer
Todos que querem saber.

Eu quero ser professor
Pra tornar o erro semente:
Plantar e seguir em frente.

Eu quero ser professor
Pra dialogar, tecer
A compreensão, a ação.

Convir com harmonia
Viver a paz todo dia
Eis a suprema lição!

Fonte: CARNEIRO, M. A. A escola sem paredes. São Paulo: Escrituras Editora, 2002.

14 agosto 2011

FILE, Temakis, Tattoos e Balada

Ontem fui no FILE, um festival internacional de linguagem eletrônica, a primeira vez sozinha, e a outra com minha amiga Lais.

É um exemplo de como a arte pode superar qualquer coisa - há mais interatividades, estudo, inovações, ousadia, experimentações e o melhor... muita coisa lá só existe e acontece quando há participação do público.

As animações estão ótimas. Fiquei lá assistindo várias, me perdi no tempo. E na outra parte dos jogos, fiquei brincando na frente do computador encantada com algumas interfaces.

Vale a pena visitar: está no Sesi, aquele prédio da Fiesp Paulista sabe?



Além de tudo isso, consegui fazer minhas tatuagens, que há anos estava planejando! Não fiz antes por medo, insegurança e dúvida! Mas ontem acordei disposta a fazer e fui com muita fé.

Adorei o resultado, depois mostro para vocês. Fiz no Glaucio Tattoo: muito bom o lugar, tem altos profissionais e o trabalho é de qualidade.

E para fechar o dia bem, jantamos na Temakeria & Cia, nossa que lugar bom! Para quem curte temakis é o melhor! Sou viciada pelo lugar e por temaki... de pensar fico com água na boca.


E pro final da noite, fomos na HotSeria... curto algumas baladas e barzinhos da Av. Augusta por ser um espaço democrático, um exemplo de apropriação do espaço para todos. Apesar de me sentir uma velha kkk, não aguento ficar a noite inteira fora... deu pra divertir muito!

E hoje, só curtindo a família, almoço com o papai, vovô e etc =) kk

Últimas notícias da minha vida

O que andei fazendo nesses finais de semana? Muita coisa, e essa última semana foi super pesada pra mim: por muitos motivos - parece que estou no furacão Katrina!

Sábado passado além de ir no Universo Casuo, fui também numa festinha bem legal, numa loja bem badalada de Pinheiros... a EXPO ABSURDA - My Papers Sunglass.

Além de apreciarmos, também podemos criar nossos óculos de papel, tudo foi promovido pela Absurda, uma marca de óculos que está revolucionando o mercado.

Depois vou colocar a foto do meu óculos ok?

Olha as fotinhos:


eu e o Ronaldinho - com muito vinho!


o Fê com seu óculos de papel


os vários óculos da galera


Seguem os sites da marca:

ùltimas no

11 agosto 2011

O Universo Casuo: onde td pode acontecer!


Muito tempo que não escrevo aqui! Gente... essa semana está uma montanha russa, muitas emoções, angústias, decisões, correria e ainda tenho que segurar a ansiedade!

Mas sábado passado fui ver um espetáculo e tanto: Universo Casuo! - que coisa mais linda! E o melhor é que foi de graça, estava em cartaz de graça em SP e muito pouco divulgado.

Liderado pelo Marcos Casuo, um cara que trabalhou 8 anos no Cirque du Soleil, decidiu voltar ao Brasil em 2008 para montar a sua trupe, ter seu circo e trabalhar com projetos sociais.

E nesse ano de 2011, podemos nos maravilhar com um espetáculo maravilhoso. Com muita técnica, beleza, emoção, magia... tudo perfeito! A música ao vivo estava excelente, os figurinos e as maquiagens eram um sonho e a mensagem era apenas uma:

Acredite nos seus sonhos, aqui no Universo Casuo, tudo pode acontecer!

Lindo!

E mais... teve uma outra: Valorize nossos artistas, nãos os deixe ir embora do Brasil - infelizmente sabemos que aqui, artista passa fome, e os que são reconhecidos estão fora do país.

Fiquei encantada, e com certeza seu circo, que estreará em outubro será um dia, tão grandioso como o Cirque Du Soleil.


05 agosto 2011

O Fabulário da Imagem


Essa é um dos itens que estou pesquisando, e minha monografia é "A ilustração como uma ferramenta psicopedagógica" - achei esse artigo maravilhoso no site do Sesc que divido com vocês.

Os livros ilustrados acompanham o desenvolvimento da criança até a vida adulta, determinando sua relação com a leitura e o aprendizado


Como seria o universo sem imagens? A criança, desde o nascimento, reconhece o que lhe cerca por meio de códigos visuais. Para que passe a dominar a escrita é fundamental ter domínio dos signos imagéticos. Os livros infantojuvenis são os primeiros aliados nessa transição, ao unir ilustração e palavra em um mesmo objeto.

O filósofo alemão Walter Benjamin escreveu, em 1924, um artigo sobre o surgimento do gênero, que pode ser lido em Reflexões sobre a Criança, o Brinquedo e a Educação (Editora 34, 2002): “[As crianças] aprendem no colorido. Pois na cor, como em nenhum outro lugar, a contemplação (…) está em casa”.

Benjamin é um dos autores de sua geração que se debruçam sobre o universo infantil, elucidando termos como “o brincar”, “a pedagogia”, “o teatro infantil”. Isso porque o conceito de criança nasce apenas no final do século 18, afirmando a necessidade de estabelecer a didática e o ensino para os pequenos.

No Brasil, a partir da década de 1920, Monteiro Lobato (1882-1948) torna-se figura-chave para repensar a produção literária feita para crianças. Em Monteiro Lobato, Livro a Livro (Editora Unesp, 2008), organizado por Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini, publicou-se uma carta de Lobato, de 1916, em que ele demonstra a insatisfação pelo que era produzido até então: “Ando com várias ideias.

Uma: vestir à nacional as velhas fábulas de Esopo e La Fontaine, tudo em prosa e mexendo nas moralidades. Coisa para criança. (…) Que é que nossas crianças podem ler? Não vejo nada. Fábulas assim seriam um começo da literatura que nos falta. É de tal pobreza e tão besta a nossa literatura infantil, que nada acho para a iniciação de meus filhos”.

Monteiro Lobato publica sua primeira versão infantil em 1920 sob o título Fábulas de Narizinho com uma novidade: as mais de setenta páginas do livro eram acompanhadas por ilustrações de Voltolino. Segundo Ceccantini, antes de Lobato, o livro brasileiro era feio, aos moldes do francês das capas tipográficas e amareladas. Seria o autor – e sua visão de editor –, ao fundar a Monteiro Lobato & Cia., quem investiria em papel de qualidade e capas coloridas e desenhadas.

Outros títulos seriam ilustrados por nomes importantes do início do século 20, tal qual Belmonte, chargista da vida política da época que emprestou seu traço às histórias do escritor. A partir de então, no Brasil, o livro infantojuvenil começará a ganhar outro status para, nos anos de 1970, dar o grande salto.


A história de uma cor

Em meados de 1960, Ziraldo era colaborador de vários jornais e revistas como chargista. No Pasquim, junto com Jaguar, Fortuna e Millôr, contribuiu para aplicar o humor e a blague contra a ditadura militar. Mas foi um convite despretensioso do editor português Fernando Ferro, à frente da Editora Expressão e Cultura, em 1969, que faria do cartunista um autor – e modificaria para sempre o papel da ilustração nos livros infantis.

“Esse editor era um sujeito inteligente, havia encomendado um livro chamado 10 em Humor para dez humoristas brasileiros. Foi o primeiro álbum de humor coletivo feito no Brasil. Levei meu desenho para ele; aproveitei e propus que fizesse um álbum com meu personagem Jeremias, o Bom. Ele topou e me perguntou se eu não tinha um livro infantil na manga, naqueles moldes europeus. Disse na hora: ‘Claro que tenho!’”, declara Ziraldo.

Evidente que não tinha, como afirma o cartunista. Mas os chargistas europeus de vanguarda, os quais admirava, todos já haviam feito livros para crianças, deixando nos humoristas brasileiros a vontade de seguir os mesmos passos. “André François, Tomi Ungerer... todos tinham seu livro infantil. Fui para casa sem livro nenhum, era sexta-feira e teria de entregar na segunda. Então tive a ideia de fazer um livro para criança sem desenho – mas aí elas não iam gostar –, quando achei melhor colori-lo todo, com uma página de cada cor. Daí pensei em escrever a história de uma cor, sem que ela tivesse forma. O livro estava todo na minha cabeça, foi só paginar.

Comprei papel contact, azul, vermelho, branco etc., colei a história e levei na segunda para o editor”, revela Ziraldo. Flicts, cuja personagem é uma cor que tenta descobrir sua própria identidade, seria um sucesso imediato de crítica e público.

Colunistas de grandes jornais resenharam o livro, que ganhou prefácio de Carlos Drummond de Andrade: “O mundo não é uma coleção de objetos naturais, com suas formas respectivas, testemunhadas pela evidência ou pela ciência; o mundo são cores. (...) Tudo é cor. O que existe, existe na cor e pela cor. A cor ama, brinca, exalta, repele, dá sentido e expressão ao sítio ou à aparência onde ela pousa”, sentenciou o poeta.

Naquele momento, havia na revista Recreio importantes escritores que se dedicavam às fábulas infantis – Ruth Rocha e Ana Maria Machado eram nomes dominados pela lembrança de Monteiro Lobato. Já a romancista Rachel de Queiroz, no mesmo ano em que Ziraldo lançou o Flicts, escreveu O Menino Mágico, publicado com ilustrações do italiano Gian Calvi. “Ele foi um ilustrador importante para a literatura brasileira. O Menino Mágico veio um pouco antes do Flicts”, diz Ziraldo ao referir-se às colagens de pano feitas por Calvi.


Filão para todas as idades

A imagem terá, a partir de Flicts, um papel predominante na compreensão da narrativa infantil – anteriormente, apoiada apenas nas palavras. A geração de ilustradores dos anos de 1970 e 1980 levaram a cabo a experimentação e feitura do livro como objeto estético.

Ângela Lago, Eva Furnari e Eliardo França são nomes de destaque nesse cenário. “A literatura infantil se abriu para algo que os críticos chamam de Picture Books, qualquer literatura em que, sem imagem, a obra não acontece. A palavra diz uma coisa; a imagem, seu oposto. E a obra acontece exatamente na negação de um e outro”, explica o ilustrador Odilon Moraes, um dos três curadores da exposição Linhas de História (ver boxe Aprender e Brincar), amplo recorte sobre o panorama do livro ilustrado no Brasil, em cartaz entre os dias 12 de julho e 29 de agosto, no Sesc Belenzinho.

Segundo Moraes, o Picture Book nasceu de uma ideia simples e se tornou uma das obras mais complexas da literatura infantojuvenil. “No processo de aprendizagem existem dois iniciantes: a criança na leitura e o adulto se reiniciando nas imagens”, diz o curador. É comum o adolescente abandonar o livro ilustrado quando ingressa na leitura formal dos clássicos. “O problema do livro para adultos é que é inacessível para as crianças, já os bons livros infantis servem para todas as idades.”

A escritora e ilustradora Eva Furnari completou 30 anos de carreira, no ano passado, com mais de 50 livros publicados, dentre os quais A Bruxinha Atrapalhada, que recebeu o prêmio de melhor livro-imagem da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), em 1982. Nascida em Roma, Itália, radicada no Brasil, passa a fazer livretos sem texto na faculdade de arquitetura, ainda na década de 1970, quando nasce sua filha. “A literatura infantil já estava no meu imaginário.

Comecei a fazer ilustrações sem texto e desenvolvi jogos de palavras, até que, em 1990, passei a inventar histórias mais complexas e me tornei escritora também”, diz Eva. O convívio com o universo lúdico a fez perceber que o livro ilustrado é uma alternativa para as crianças diante da imagem vinculada à publicidade, tão recorrente nos dias atuais. “Elas têm acesso a uma arte produzida sem o risco dos estereótipos, uma ponte para as artes visuais”, afirma Eva.

Graça Lima, autora de livro-imagens como Sai da Lama Jacaré, também acredita nesse contraponto ao apelo comercial. “A criança cresce sabendo o que é McDonald’s e marcas de brinquedo. A boa ilustração fará o diferencial em relação à massificação da imagem”, diz. “A criança prefere imagens realistas. Em um primeiro momento, ela sente um estranhamento com a forma abstrata. Mas ao crescer, seu repertório se tornará mais amplo caso os pais incentivem a leitura desses livros.”

A responsabilidade das ilustrações na educação infantil é tal que as editoras são cada vez mais cuidadosas quanto à produção dessas obras. Afinal, o Ministério da Educação é o maior comprador de livros infantojuvenis do país, podendo adquirir em torno de 4 milhões por ano pelo Programa Nacional de Bibliotecas Escolares (PNBE). “É muito importante que eles sejam adotados nas escolas, pois terão vida mais longa.

Temos um cuidado pedagógico, mas também nos preocupamos muito com que as ilustrações estabeleçam diálogo com as crianças”, afirma Júlia Schwarcz, editora do selo Companhia das Letrinhas. Outro fator de mudança é a autonomia dos ilustradores dentro das editoras. Além de receberem direitos autorais, discutem o projeto gráfico com os escritores, prática antes impensável. “Hoje em dia, os ilustradores têm uma narrativa própria, sugerimos que evitem repetir o mesmo caminho trilhado no texto”, afirma Júlia.

Em 2010, os vencedores do Prêmio Jabuti na categoria infantil – Nelson Cruz com Os Herdeiros do Lobo Comboio de Corda (Grupo SM); Roger Mello com Carvoeirinhos (Cia. das Letrinhas); e Ângela Lago com A Visita dos 10 Monstrinhos (Cia. das Letrinhas) – eram todos escritores e ilustradores de suas próprias obras, fato que afirma a dimensão autoral desse profissional no século 21.


Por uma identidade visual brasileira

A partir dos anos de 1990, uma nova geração de ilustradores retoma um antigo tema, esquecido em meio à profusão dos livros importados: a questão da identidade nacional. Um dos fatos marcantes para esse passo foi a homenagem a ilustradores brasileiros realizada na Feira de Bolonha, Itália, em 1995, que os levou a ter contato com a produção internacional.

O autor europeu era muito fiel a suas origens enquanto a produção brasileira evitava esbarrar no nacionalismo tão presente nas obras de Monteiro Lobato dos anos de 1920. “O trabalho deles era infinitamente mais poderoso do que o nosso. Apesar de sermos mais atuantes no mercado, não chegávamos aos pés dos europeus”, revela Graça Lima. “Começamos a nos questionar e chegamos à conclusão de que eles tinham um respeito pela própria cultura muito grande”, completa.

A partir de então a produção de livros ilustrados no Brasil tem uma guinada. “Os artistas fizeram um mergulho ?no folclore brasileiro, passaram a usar uma paleta de cores mais fortes e vibrantes”, informa o ilustrador e curador Odilon Moraes.

Para Graça Lima, alguns desses produtores, entre eles Roger Mello, Andrés Sandoval e Fernando Vilela, estão no limiar da vanguarda devido à experimentação da linguagem e por permitirem à criança ?um repertório imagético apurado. “O livro Lampião e Lancelote, do Fernando Vilela, dialoga com as gravuras do Lívio Abramo”, diz Graça.

Vilela, gravurista e ilustrador, também curador da exposição Linhas da História, no Sesc Belenzinho, afirma que o desenvolvimento da ilustração no Brasil e no mundo só se concretizou pela compreensão do livro como objeto artístico, para além da função didática para crianças. “É uma condição muito específica de trabalho em que texto e imagem se transformam numa forma de expressão artística, tanto que é consumido por adultos também”, ressalta Vilela, que ilustra a capa da Revista E deste mês.


Imagem e tecnologia

Com o desenvolvimento da tecnologia e a inserção do livro digital no mercado, autores se deparam com uma nova mudança por vir, pela qual a animação terá um peso ainda maior na narrativa, proporcionando participação ativa entre leitor e obra. “Estamos diante de uma mudança social grande, com certeza isso altera a maneira de a criança olhar o mundo e acaba interferindo na linguagem do livro”, diz Eva Furnari.

“O livro requer uma escuta mais atenta, e a tecnologia ainda não preenche algo essencial do livro: o ritmo mais humano do texto.” Para Ziraldo, as circunstâncias mudaram, mas a criança é a mesma. “Elas seguem sofrendo e sorrindo pelas mesmas razões. Não podemos fazer previsões quanto ao fim do livro, mas vou continuar a escrevê-los”, informa o autor, que lançará no mês de julho Meu Primeiro Maluquinho em Quadrinhos, pela Editora Globo. A obra contém apenas imagens, para introduzir a criança (e os adultos) no universo narrativo dos quadrinhos. “O adulto só vai ler com felicidade se leu os livros da infância. Se não leu, ler para ele será sempre um sacrifício”, diz.



Colcha de retalhos

Confira algumas linhas de força presentes na produção da ilustração brasileira atual

Livro-Imagem – Não contém palavras e se apoia na narrativa visual para criar significados. “Esse tipo de obra é aberta a qualquer pessoa que se disponha a abandonar a segurança da palavra”, afirma Fernando Vilela, ilustrador e um dos curadores da exposição Linhas da História. Nessa categoria, nomes como Juarez Machado, Nelson Cruz e Roger Mello (ilustração) são destaques.

Humor – A influência do cartoon e das histórias em quadrinho é visível na obra. “O ilustrador que tem como berço o desenho de humor é habilidoso como contador de piadas gráficas e sabe tecer comentários pontuais e irônicos”, afirma Vilela. Eva Furnari, Mariana Massarani (ilustração) e Ivan Zigg são referências para as novas gerações.

Clássicos e Contos de Fadas – Ilustrar clássicos pode ser um desafio, pois esses livros já ocupam o imaginário de crianças e adultos. Trabalhos ilustrativos que renovam a linguagem dessas histórias podem ser conferidos em Chapeuzinho Vermelho e Outros Contos por Imagem, de Rui de Oliveira, e O Rouxinol, Contos de Andersen, de Eliardo França (ilustração).

Experimentais – O trabalho está bem próximo das artes visuais, com inclinação para a busca de materiais novos e soluções que ampliem os sentidos das histórias. “Muitos ilustradores contemporâneos extrapolam os limites da pintura, do desenho, da colagem e das ferramentas digitais”, revela Vilela. Trabalhos como o de Luiz Zerbini, Andrés Sandoval (ilustração) e Daniel Bueno caracterizam-se pela força da experimentação.

Artesanato – Muitos artistas trabalham de forma artesanal para criar ilustrações delicadas e com texturas diferentes. O tecido e o bordado são elementos que aproximam as crianças do universo sensorial do toque, por exemplo. “Em contrapartida ao uso do computador, muitos seguem a tradição do trabalho manual”, diz Vilela. A família Dumont é exemplo representativo dessa tradição. Graça Lima também se aventurou ao compor A Menina Transparente (ilustração).

Cultura Brasileira – Autores vão atrás dos contos e folclores enraizados no interior do Brasil para compor narrativas e ilustrações com influência nas celebrações do candomblé, das lendas amazônicas e histórias de saci. “O tema da cultura brasileira sempre esteve presente na nossa literatura infantojuvenil. As narrações inventadas se apropriam e dialogam com esse universo cultural”, explica Vilela. A imersão nas tradições populares em trabalhos de Roger Mello, Nelson Cruz (ilustração) e Pedro Rafael é exibida na exposição que ocorre no Sesc Belenzinho (veja boxe Aprender e brincar).



Aprender e Brincar

Mostra no Sesc Belenzinho apresenta Labirintos ?de histórias e contos de fada em tamanho real

A exposição Linhas de História – Um Panorama do Livro Ilustrado no Brasil, aberta ao público no dia 12 de julho, no Sesc Belenzinho, reúne uma pesquisa inédita em torno da ilustração no Brasil. Com curadoria conjunta de Fernando Vilela, Odilon Moraes e Kátia Canton, a mostra abarca a produção de 40 artistas a partir do final da década de 1960 até 2010.

Terá dois núcleos expositivos: Homenagem, sobre cinco livros que se destacaram ao longo do tempo por seu pioneirismo – Flicts, de Ziraldo; A Bruxinha Atrapalhada, de Eva Furnari; O Rei de Quase Tudo, de Eliardo França; Ida e Volta, de Juarez Machado; e Cântico dos Cânticos, de Ângela Lago. As obras funcionam como instalação, reverberando por todo o espaço expositivo com grandes intervenções criadas a partir da temática de cada livro.
No núcleo Panorama, dividido em seis eixos temáticos, será possível mostrar as vertentes da ilustração produzida até então.

Nomes como Ângela Lago, Eva Furnari, Marcelo Cipis (imagem ao lado), Roger Mello e Graça Lima dividem-se em categorias como Livro-Imagem, Humor, Experimentais, Cultura Brasileira e Clássicos, e Contos de Fada. “Esse tipo de produção ocupa um posto quase de vanguarda dentro do gênero. No Brasil, não temos uma pesquisa que dê conta da ilustração brasileira.

Por isso tentamos apontar quem são os principais autores e quais linhas seguem ao longo de suas carreiras”, afirma Alcimar Frazão, assistente responsável pelas exposições de artes visuais do Sesc Belenzinho. A produção brasileira se caracteriza desde o desenho e a pintura, as técnicas tradicionais, a colagem, a fotografia e os bordados. Será a oportunidade de crianças e adultos vivenciarem o mundo mágico das narrativas infantis e entrarem em contato com o universo plástico das ilustrações.



Jogos da imaginação

Edições Sesc São Paulo investem em livros com apelo visual para todas as idades

Os livros experimentais, em que o universo da ilustração ganha força, tanto em histórias para crianças quanto para os jovens, conquistaram espaço de destaque no catálogo das Edições Sesc São Paulo. Exemplo disso é o lançamento, em julho, de Quer Jogar? (imagem ao lado), de Adriana Klisys e ilustrações de Carlos Dala Stella. A narrativa se apoia em regras e conceitos da brincadeira por meio do olhar poético de Carlos Dala Stella.

Já para os jovens, mas sem excluir as crianças das páginas ilustradas por importantes autores brasileiros, as Edições Sesc São Paulo, em parceria com a Cosac Naify, lançaram a coleção Ópera Urbana, composta de quatro livros com apelo gráfico para narrar o ritmo acelerado da cidade de São Paulo.

Uma homenagem à “selva de pedra” por meio de ilustrações que se identificam muito com o jovem que transita pelas ruas. São eles: Av. Paulista, de Carla Caffé; Surfando na Marquise, de Paulo Bloise e ilustrações de Daniel Kondo; Cidade dos Deitados, de Heloisa Pietro e ilustrações de Elizabeth Tognato; e Montanha Russa, de Fernando Bonassi e ilustrações de Jan Limpens.

fonte:

04 agosto 2011

A volta dos 80


Como a moda é retroativa e circular, tudo que já foi criado um dia, volta a ser tendência. E hoje estamos na nova era dos 80!

Grande óculos clássico da Ray Ban

Eu tive um desse com 10 anos, e semana passada experimentei um para comprar... mas acabei pegando um Puma.
Já muita gente usando esses fones, com rádio e mp3, nas ruas.... super anos 80! Tive um walkman vermelho, enquanto todos preferiam amarelo.


Boa s e velhas polainas: hoje não só uso nas aulas de dança!


Já tenho um com várias pulseiras e tive um com 8 anos, não tirava ele do pulso, só não tinha tanta opção de cor.

E esse modelo de sapato? Voltou com tudo e com várias cores.
Agora... só esse corte de cabelo que não voltou! Cruzes! Repicado nunca mais!